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Em Zurique não só tem dinheiro Por Fabrice De Brouwer em 08/03/2016

A capital financeira da Suíça é conhecida pelo seu nível de vida entre um dos mais elevados da planeta e uma simples olhada na Bahnhofstrasse nos convence rapidamente pela profusão de veículos altamente luxuosos: Mac Laren, Bugatti, Bentley...a densidade é tanta que por pouco, uma Ferrari passaria quase despercebida.


Um clima frio e bastante ingrato, essa é a imagem enviada por essa cidade do norte. Portanto os verões podem ser clementes e isso justifica a banhada que virou possível em Zurique, que está na beira do lago cujo o quadro é simplesmente idílico.


Bem que ela seja descrita como obsessiva em matéria de dinheiro, um movimento artístico tão rebelde e desvestido que é o dadaísmo nasceu em Zurique e festeja em 2016 o centenário de sua criação com uma grande quantidade de eventos.



Para uma cidade bolsista povoada de investidores, o piscar de olhos vem do mundo das artes.


O Manifesta 11 é uma bienal de arte contemporânea que acontece esse ano em Zurique e que anima a vida cultural fazendo a seguinte pergunta: O que fazem as pessoas pelo dinheiro?


Entre as novidades mais esperadas, tem o museu mundial do futebol da FIFA que abre no final de fevereiro e interessará os loucos pela bola redonda: em 3000m² repartidos em 3 andares, a visita é interativa, vivente e apaixonante com mais de 1000 objetos expostos.


Para uma cidade frequentemente resumida as finanças, digamos que ela é muito mais que isso!